PUBLICIDADE
Dinheiro

Os 6 carros que são micos e sonhos de consumo

O mercado automobilístico possui as suas particularidades em cada país, o que torna um desafio para as empresas oferecerem um produto com preço competitivo e qualidade.

No Brasil, há uma série de modelos que foram ou ainda são “injustiçados” pelos consumidores e obtiveram um fracasso de vendas.

As causas são muitos e variadas, seja pela falta de tradição da montadora, pelo preço elevado, falhas de projeto ou simplesmente casos em que o veículo recém-lançado no país já saiu de linha no exterior.

PUBLICIDADE

E sua consequência acaba sendo desastrosa para os consumidores que compraram o produto.  Afinal, esse tipo de automóvel acaba de afundar no vale e ganha o apelido comum de “mico”, com preços de revenda baixíssimos.

Há uma série de modelos nas lista do “mico” que inclusive são referência em uma série de aspectos, mas mesmo assim não conseguiram emplacar conforme o desejado.

Pensando nisso, selecionamos os 6 carros considerados mico, mas que são um tanto quanto desejados pelos consumidores devido a alguns fatores.

PUBLICIDADE

Acesse as próximas páginas para conferir os 6 carros que são micos e sonhos de consumo.

1. Chevrolet Sonic

O Chevrolet Sonic tinha bom espaço, design interessante e inédito motor 1.6 flexível. Ele chegou ao mercado nacional no ano de 2012, mas abandonou as concessionárias 2014. O motivo?

O hatch tinha preço salgado naquela época em relação aos seus concorrentes e além disso sofria com o limite das cotas de importação do México. Ele nunca atingiu as vendas do rival Ford Fiesta, e após três anos de mercado, e perdendo em vendas para o Onix, que era menos completo e com motor menor, a GM optou por tirá-lo de linha no País.

2. Hyundai i30 CW

No ano de estréia do i30, em 2009, o modelo atingiu a liderança de vendas, o que ajudou na projeção de marca da Hyundai no Brasil.

O modelo trazia as mesmas qualidades do hatch, como o visual arrojado para a época, boa dose de equipamentos de série e motor adequado, além de um porta-malas maior em 75 litros, chegando a 415 litros. O nível de equipamentos era o trunfo do carro, além do desenho moderno e o bom motor 2.0, de 145 cv.

Há uma versão completa, chamada Top, com teto solar, ar digital, oito airbags, piloto automático, sensor de ré, bancos em couro e controle de estabilidade.

3. Fiat Bravo

O Fiat Bravo, embora tenha sido comercializado entre 2010 e 2016 no Brasil, nunca vendeu muito bem por aqui. Além da pouca tradição da marca italiana no segmento, o modelo pecava por não dispor de câmbio automático nem como opcional.

Se você busca por um hatch médio automático, o Fiat Bravo pode não ser uma boa opção. Entretanto, as versões manuais do automóvel somam diversas qualidades, como o acabamento interno com bons materiais, porta-malas amplo de até 400 litros e uma série de equipamentos (como teto solar panorâmico, faróis xênon direcionais, teto solar panorâmico, sistema de navegação com navegador GPS, retrovisores rebatíveis eletricamente, entre outros).

4. Renault Fluence

O Fluence entrou no mercado brasileiro em 2011 para substituir o Megane Sedan. Bem avaliado pela mídia especializada no lançamento, tinha como destaque sua ampla oferta de equipamentos de série. Apesar disso, ele nunca conseguiu ser uma supremacia de vendas, e com o passar do tempo foi perdendo espaço para concorrência.

Nas versões mais completas vêm com ar-condicionado digital de duas zonas, chave-cartão, sensores de luz e chuva, direção elétrica, faróis de xenônio, controle de estabilidade, retrovisores com rebatimento elétrico, sensor e câmera de ré, teto solar elétrico, seis airbags, entre outros. O motor é um 2.0 litros flex de 143 cv, com câmbio manual de seis marchas ou automático do tipo CVT.

5. Nissan Tiida Sedan

O Tiida Sedan foi embora sem deixar saudades, sua passagem pelo Brasil foi rápida: apenas dois anos, de 2010 a 2012. Por mais que ele fosse um carro legal, suas vendas sempre foram poucos expressivas.

A Nissan tentou corrigir alguns erros estratégicos do modelo, como a falta de airbags e de câmbio automático. Mas já era tarde demais para salva-lo.

O modelo hatch trazia uma boa relação de custo-benefício em equipamentos e espaço, mas não era o suficiente quando o visual de gosto discutível entrava na jogada. Para o seu lugar, a Nissan colocou no mercado o Versa.

6. Hyundai Veloster

O carro chegou a ter lista de espera quando foi lançado no Brasil. A propaganda publicitária anunciava um slogan que soava bonito com a pergunta “você já viu um carro de três portas?”. Isso chamou atenção pelas suas formas originais, porém era algo mais curioso do que prático.

Além disso, as promessas das campanhas não condiziam com a realidade. A divulgação do Veloster continha oito airbags, sistema de áudio com oito alto-falantes, faróis com xenônio, e potência de 140 cv. Nada disso, acompanhava o Veloster vendido aqui.

PUBLICIDADE
Mais Lidas de Dinheiro
PUBLICIDADE